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Ao definir uma amostra, o auditor define a distorção que pode ter o mesmo valor ou valor menor que o da materialidade na execução da auditoria, que serve para avaliar o risco de que o conjunto de distorções individualmente irrelevantes possa fazer com que as demonstrações contábeis apresentem distorções relevantes. O texto precedente trata da distorção
- A seletiva.
- B tolerável.
- C material.
- D populacional.
- E de amostragem.
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Se houver conflitos entre a estrutura de relatório financeiro aplicável e as fontes sobre cuja aplicação pode-se obter orientação, ou entre as fontes que abrangem a estrutura de relatório financeiro,
- A a fonte de referência deve ser a indicada pela junta comercial local.
- B a escolha da fonte de referência deve ficar sob a escolha subjetiva do auditor.
- C a fonte de referência deve ser a mais antiga da literatura contábil.
- D prevalece a fonte com a mais alta autoridade.
- E deve prevalecer a fonte de menor autoridade, em obediência ao princípio da equidade.
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Quando a auditoria envolver a necessidade de análise de saldos bancários e a busca de informações a correntistas, geralmente há uma maior probabilidade de resposta se estes acreditarem que o saldo de sua conta esteja subavaliado, e menor, se acreditarem que o saldo esteja superavaliado. Nessa situação, se a solicitação de informações é feita pelo auditor para o correntista somente no caso de discordância das informações fornecidas na solicitação, trata-se, então, do procedimento de auditoria denominado
- A indagação.
- B procedimentos analíticos.
- C confirmação positiva.
- D inspeção.
- E confirmação negativa.
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A diferença entre o valor divulgado de um item nas demonstrações contábeis e o valor requerido para que o item esteja de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável é definido como
- A distorção.
- B suficiência da evidência.
- C evidência.
- D erro.
- E fraude.
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No que se refere à confiabilidade, a evidência da auditoria
- A obtida de fontes externas às partes apropriadas é menos confiável que a evidência obtida das próprias partes.
- B informal, como uma representação verbal do que foi discutido, é geralmente mais confiável do que a evidência formal.
- C é sempre mais confiável quando for obtida de fontes internas à entidade auditada.
- D gerada internamente é mais confiável quando os controles relacionados são efetivos.
- E obtida indiretamente pelo auditor independente é geralmente mais confiável que a evidência obtida diretamente.
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De acordo com a NBC TA Estrutura Conceitual – Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração, a confiabilidade da evidência é influenciada por sua fonte e sua natureza e depende das circunstâncias particulares sob as quais são obtidas. Assinale a opção que, de um modo geral, indica quando a generalização sobre a confiabilidade da evidência pode ser feita.
- A A evidência é mais confiável quando é obtida por meio de fontes internas às partes apropriadas.
- B A evidência que é gerada internamente é mais confiável quando os controles relacionados são efetivos.
- C A evidência gerada pela representação verbal do que foi debatido é mais confiável do que a evidência em papel.
- D A evidência obtida indiretamente por dedução é mais confiável do que a evidência obtida diretamente pelo auditor independente.
- E A evidência gerada por auditor independente que realiza o trabalho pela primeira vez é mais confiável do que a evidência gerada por auditor independente antigo.
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Ao determinar o tamanho da amostra para os testes de detalhes, o auditor pode levar em consideração alguns fatores que influenciam na escolha do tamanho da amostra. Nesse contexto, analise os fatores a seguir. I. Aumento na avaliação do risco de distorção relevante do auditor. II. Aumento no uso de outros procedimentos substantivos direcionados à mesma afirmação. III. Aumento no valor da distorção que o auditor espera encontrar na população. IV. Quantidade de unidades de amostragem na população. De acordo com a NBC TA 530, assinale a opção que indica os fatores que têm como efeito um aumento no tamanho da amostra.
- A I e II, apenas.
- B I e III, apenas.
- C II e III, apenas.
- D III e IV, apenas.
- E I, II e IV, apenas.
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No decorrer da realização de um trabalho de auditoria, um auditor estava analisando o saldo de contas a receber da entidade auditada. Diante da necessidade de confirmar a existência de um débito com um devedor, o auditor deve
- A aplicar procedimentos de conciliação bancária com contas a receber.
- B examinar evidências internas da firma.
- C examinar os registros contábeis e a documentação hábil.
- D realizar procedimentos analíticos nos saldos de contas a receber e de créditos de liquidação duvidosa.
- E solicitar confirmação positiva para obter evidência de melhor qualidade.
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Como parte das atividades de planejamento de um trabalho de auditoria de demonstrações contábeis orientadas pela NBC TA 300 (R1), o auditor deve planejar a natureza, a época e a extensão do direcionamento e supervisão da equipe de trabalho e a revisão do seu trabalho. O planejamento desses elementos
- A deve ser considerado inclusive quando a auditoria é realizada integralmente pelo sócio do trabalho.
- B é indiferente ao porte e à complexidade da entidade.
- C independe da área em que o trabalho de auditoria é realizado.
- D tem extensão inversa ao nível de risco de distorções relevantes.
- E varia conforme a capacidade e a competência dos membros individuais da equipe que realiza o trabalho.
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Um elemento importante nos trabalhos de auditoria, que inclusive afeta o planejamento e a extensão dos procedimentos de auditoria é o risco de distorção relevante. De acordo com a NBC TA 315 (R2), esse tipo de risco precisa ser adequadamente identificado e avaliado nos trabalhos de auditoria e
- A depende majoritariamente do risco de controle.
- B deve ser identificado antes da realização dos testes dos controles internos.
- C inclui tanto aqueles causados por erro como aqueles causados por fraude.
- D não deve ser influenciado pelo entendimento do auditor sobre o ambiente em que a entidade opera.
- E requer um maior ceticismo profissional no início do trabalho de auditoria em uma entidade.
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