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Ativos e passivos fiscais diferidos, segundo o CPC 32:
- A são reconhecidos apenas após pagamento
- B devem ser sempre classificados como caixa
- C não devem ser descontados
- D devem ser descontados a valor presente
- E são idênticos a tributos a recuperar correntes
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Uma empresa identifica diferença entre o saldo contábil de tributos a recuperar e o valor informado em sua obrigação fiscal. A conduta tecnicamente mais adequada é:
- A ajustar o saldo contábil automaticamente para coincidir com a declaração
- B alterar a obrigação fiscal sem documentação
- C conciliar os saldos, rastrear documentos, períodos, créditos, estornos e critérios de reconhecimento e somente então efetuar ajuste documentado, se necessário
- D ignorar a diferença
- E lançar a diferença como receita sem análise
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Uma conciliação contábil-fiscal tem como objetivo principal:
- A alterar saldos para fazer declarações coincidirem artificialmente
- B explicar e documentar diferenças entre saldos contábeis e informações fiscais, permitindo identificar erros, ajustes e diferenças legítimas
- C eliminar documentos de suporte
- D substituir toda escrituração
- E reduzir tributos sem base legal
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Quando uma diferença entre contabilidade e ECF decorre de uma adição fiscal corretamente registrada:
- A gera crédito de ICMS
- B obriga alteração do balanço
- C significa fraude automaticamente
- D deve ser apagada da contabilidade
- E a divergência pode ser legítima, desde que documentada e refletida nos controles fiscais adequados
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Uma diferença entre valor contábil e base fiscal que produzirá dedução na determinação do lucro tributável quando o ativo ou passivo for recuperado ou liquidado é denominada:
- A diferença permanente
- B reserva de capital
- C diferença temporária dedutível
- D receita diferida obrigatória
- E ágio por rentabilidade futura
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Uma diferença temporária tributável tende a gerar:
- A crédito de ICMS
- B ativo imobilizado
- C receita financeira automática
- D passivo fiscal diferido, salvo exceções previstas no CPC 32
- E estoque fiscal
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Uma diferença temporária dedutível pode gerar:
- A sempre passivo fiscal diferido
- B ICMS a recolher
- C redução do capital social
- D ativo fiscal diferido, desde que sejam atendidos os critérios de reconhecimento, especialmente probabilidade de lucro tributável futuro
- E receita imediata sem requisito
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Ao identificar tributo a recuperar registrado no ativo sem documentação ou perspectiva de realização:
- A manter o saldo indefinidamente
- B a entidade deve investigar a origem, avaliar recuperabilidade e ajustar contabilmente se o ativo não satisfizer os critérios aplicáveis
- C transferir ao patrimônio líquido sem análise
- D aumentar o ativo para compensar
- E emitir nota fiscal fictícia
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Uma obrigação fiscal declarada e não paga deve, contabilmente:
- A permanecer reconhecida como passivo enquanto existir obrigação presente, acrescida dos encargos aplicáveis quando devidos
- B ser convertida em capital social
- C ser ignorada até execução fiscal
- D ser lançada como receita
- E ser baixada porque foi declarada
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Uma provisão para contingência tributária provável e mensurável:
- A depende apenas da inscrição em dívida ativa
- B deve ser reconhecida conforme os critérios do CPC 25, independentemente de o processo já estar em execução fiscal
- C é sempre proibida
- D deve ser reconhecida como ativo
- E só pode ser reconhecida após trânsito em julgado
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Na mensuração de tributos correntes sobre o lucro, o CPC 32 determina uso:
- A de projeções sem base legal
- B de alíquotas escolhidas pela administração
- C da média histórica obrigatoriamente
- D das alíquotas e leis tributárias aprovadas ou substantivamente aprovadas ao final do período de reporte
- E da alíquota de ICMS
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Ativos e passivos fiscais diferidos:
- A são mensurados pelo valor nominal do faturamento
- B são reconhecidos apenas após pagamento
- C devem ser convertidos em estoque
- D devem sempre ser descontados pela Selic
- E não devem ser descontados a valor presente segundo o CPC 32
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Uma empresa constituiu provisão para contingência trabalhista de R$ 400.000,00, indedutível até o desfecho do processo. A alíquota conjunta de IRPJ e CSLL é de 34% e há expectativa fundamentada de lucros tributáveis futuros suficientes. Qual é o reconhecimento correto segundo o CPC 32?
- A Passivo fiscal diferido de R$ 136.000,00.
- B Nenhum reconhecimento, pois a provisão é indedutível.
- C Ativo fiscal diferido de R$ 400.000,00.
- D Ativo fiscal diferido de R$ 136.000,00.
- E Redução direta do patrimônio líquido em R$ 136.000,00.
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Uma empresa recebe subvenção governamental condicionada à manutenção de determinado número de empregos por cinco anos. Segundo o CPC 07, o reconhecimento dessa subvenção deve ocorrer:
- A diretamente no patrimônio líquido, como reserva de capital, sem transitar pelo resultado.
- B integralmente no resultado do período do recebimento do recurso.
- C somente ao final do quinto ano, quando a condição estiver integralmente cumprida.
- D no resultado, ao longo do período em que forem reconhecidas as despesas que a subvenção pretende compensar.
- E como redução do capital social, por representar aporte do Estado.
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Uma empresa apurou lucro contábil antes do IRPJ de R$ 1.000.000,00. No período, registrou R$ 80.000,00 de multas administrativas indedutíveis, R$ 50.000,00 de receita de equivalência patrimonial e R$ 120.000,00 de provisão para contingência ainda não paga. Qual é o lucro real, antes da compensação de prejuízos?
- A R$ 1.000.000,00
- B R$ 1.150.000,00
- C R$ 1.250.000,00
- D R$ 930.000,00
- E R$ 1.050.000,00
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