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Ao conciliar saldos de tributos a recuperar entre o razão contábil e uma obrigação fiscal, qual procedimento é tecnicamente adequado?
- A manter divergências sem análise porque contabilidade e fiscal nunca precisam conversar
- B alterar o razão apenas para fazê-lo coincidir com a declaração
- C apagar diferenças antigas sem documentação
- D registrar toda diferença diretamente como despesa
- E identificar e documentar as diferenças, rastreando-as até documentos, apurações e lançamentos antes de efetuar qualquer ajuste
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Quando uma despesa é contabilmente reconhecida, mas a legislação do IRPJ considera-a indedutível no Lucro Real, o tratamento fiscal típico é:
- A crédito de ICMS
- B nenhum ajuste
- C exclusão
- D adição na apuração do lucro tributável
- E reclassificação automática para caixa
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Uma receita contabilizada que, por disposição fiscal específica, não integra a base do Lucro Real pode gerar:
- A depreciação acelerada automaticamente
- B uma exclusão fiscal, quando autorizada pela legislação
- C aumento do capital social
- D sempre uma adição
- E ICMS-ST
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Em uma compra de mercadorias para revenda, tributo recuperável destacado na aquisição, quando efetivamente recuperável segundo a legislação, tende contabilmente a:
- A ser receita financeira
- B ser patrimônio líquido
- C ser reconhecido separadamente como tributo a recuperar, não compondo o custo do estoque, conforme a natureza da operação
- D compor definitivamente o custo do estoque
- E ser despesa salarial
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Em uma compra de estoque, tributo não recuperável que seja diretamente atribuível à aquisição:
- A integra o custo de aquisição do estoque, conforme CPC 16
- B vira ativo fiscal diferido
- C é receita
- D é registrado no patrimônio líquido
- E é sempre excluído do custo
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Diferenças temporárias entre base contábil e base fiscal podem ser relevantes para:
- A dispensa de balanço
- B somente fluxo de caixa
- C cálculo do ISS fixo
- D apenas ICMS
- E tributos diferidos, quando atendidos os critérios de reconhecimento
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Um passivo fiscal diferido está normalmente associado:
- A a receita de exportação automaticamente
- B ao saldo de caixa
- C a diferenças temporárias tributáveis, conforme CPC 32
- D a qualquer multa paga
- E a estoque sem movimentação
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Ativo fiscal diferido decorrente de prejuízos fiscais não utilizados deve ser reconhecido:
- A apenas por autorização judicial
- B sempre e integralmente
- C nunca
- D somente quando houver caixa
- E na medida em que seja provável a existência de lucro tributável futuro contra o qual os prejuízos possam ser utilizados, observadas as regras do CPC 32
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Uma empresa possui, no razão, saldo de tributos a recuperar de R$ 150.000, enquanto a obrigação fiscal correspondente informa R$ 120.000. A conduta de controle mais adequada é:
- A realizar conciliação e investigar a origem da diferença antes de qualquer ajuste contábil
- B aumentar a receita em R$ 30.000
- C alterar a declaração sem documentação
- D baixar automaticamente R$ 30.000 como despesa
- E ignorar a diferença
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Uma despesa reconhecida contabilmente que, pela legislação tributária aplicável, nunca será dedutível na apuração do IRPJ e da CSLL caracteriza, em regra:
- A passivo fiscal diferido obrigatório
- B diferença temporária dedutível
- C diferença permanente entre resultado contábil e base fiscal
- D ativo fiscal diferido obrigatório
- E diferença temporária tributável
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Uma despesa contabilizada que a legislação do Lucro Real considera indedutível deve, em regra, ser:
- A adicionada na apuração fiscal
- B excluída da apuração fiscal
- C classificada como receita
- D creditada como ICMS
- E ignorada na ECF
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Uma diferença temporária entre o valor contábil de um ativo ou passivo e sua base fiscal é relevante para:
- A apenas ISS
- B cálculo do capital social
- C apuração de tributos diferidos segundo o CPC 32
- D somente fluxo de caixa
- E registro de notas fiscais sem efeito contábil
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Uma diferença entre o resultado contábil e a base fiscal que nunca se reverterá em períodos futuros é classificada, em regra, como:
- A passivo circulante
- B prejuízo fiscal
- C diferença temporária tributável
- D diferença permanente
- E ativo contingente
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Segundo o CPC 32, ativos e passivos fiscais correntes devem ser mensurados pelo valor que se espera recuperar ou pagar às autoridades fiscais usando:
- A qualquer alíquota escolhida pela administração
- B taxa Selic
- C alíquotas e legislação tributária aprovadas ou substantivamente aprovadas ao final do período de reporte, conforme aplicável
- D alíquota do ISS
- E apenas a alíquota do ano anterior
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Ativos e passivos fiscais diferidos, segundo o CPC 32:
- A são reconhecidos apenas após pagamento
- B devem ser sempre classificados como caixa
- C não devem ser descontados
- D devem ser descontados a valor presente
- E são idênticos a tributos a recuperar correntes
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