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A Certidão de Dívida Ativa regularmente inscrita constitui:
- A contrato particular
- B título executivo extrajudicial
- C mera prova testemunhal
- D sentença judicial
- E nota fiscal
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Em 2026, o prazo geral para apresentar impugnação contra exigência no processo administrativo fiscal federal regido pelo Decreto 70.235/1972 passou a ser de:
- A 60 dias
- B 10 dias corridos
- C 15 dias úteis
- D 30 dias corridos em todos os casos
- E 20 dias úteis
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Em 2026, o recurso voluntário contra decisão de primeira instância no PAF federal, na regra do art. 33 do Decreto 70.235/1972, deve ser interposto em:
- A 10 dias corridos
- B 20 dias úteis
- C 30 dias úteis
- D 60 dias corridos
- E 5 dias úteis
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No processo administrativo fiscal federal regido pelo Decreto 70.235/1972, o prazo geral de impugnação do lançamento, após as alterações da LC 227/2026, é de:
- A 30 dias corridos em todos os casos
- B 10 dias corridos
- C 20 dias úteis
- D 60 dias
- E 15 dias úteis
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No mesmo regime do Decreto 70.235/1972, o prazo geral para recurso voluntário do art. 33 passou a ser de:
- A 10 dias corridos
- B 5 dias úteis
- C 90 dias
- D 20 dias úteis
- E 30 dias úteis
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Após a LC 227/2026, o curso dos prazos processuais no PAF federal fica suspenso, em regra, no período de:
- A 1º de novembro a 31 de dezembro
- B 1º a 15 de janeiro
- C Carnaval inteiro
- D 20 de dezembro a 20 de janeiro
- E todo o mês de julho
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Quando o Decreto 70.235/1972 não estabelecer prazo específico para ato processual a cargo das partes, após a LC 227/2026 aplica-se, em regra, o prazo subsidiário de:
- A 30 dias úteis
- B 10 dias úteis
- C 20 dias corridos
- D 15 dias corridos
- E 5 dias corridos
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Um contribuinte recebe auto de infração federal e apresenta impugnação tempestiva. Enquanto o processo administrativo não é definitivamente julgado, qual é a situação do crédito tributário?
- A A exigibilidade fica suspensa, e o contribuinte tem direito a certidão positiva com efeitos de negativa.
- B O crédito é extinto, pois a impugnação desconstitui o lançamento.
- C A exigibilidade permanece, mas a Fazenda não pode inscrever em dívida ativa antes de cinco anos.
- D A exigibilidade só se suspende mediante depósito integral do valor discutido.
- E O crédito fica excluído, nos termos do art. 175 do CTN.
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No julgamento de um recurso no CARF, a votação termina empatada e o presidente da turma, representante da Fazenda Nacional, profere voto de qualidade favorável ao Fisco. Segundo a Lei 14.689/2023, qual é a consequência desse desfecho?
- A O empate resolve-se automaticamente em favor do contribuinte, e o crédito é cancelado.
- B O crédito é mantido integralmente, inclusive multas e representação fiscal para fins penais.
- C O crédito é mantido, mas as multas são excluídas e a representação fiscal para fins penais é cancelada.
- D O processo é remetido ao Judiciário, sem decisão administrativa.
- E A votação é anulada e o julgamento reinicia com nova composição.
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Um contribuinte é citado em execução fiscal e pretende alegar que o crédito já estava prescrito quando do ajuizamento — matéria que exige apenas o exame das datas constantes da própria CDA. Ele não dispõe de bens para garantir o juízo. Qual é o meio de defesa adequado?
- A Embargos à execução, que independem de garantia do juízo na execução fiscal.
- B Nenhum: sem garantia, o executado só pode discutir após a penhora.
- C Ação rescisória, por se tratar de matéria de ordem pública.
- D Mandado de segurança, única via admitida sem garantia.
- E Exceção de pré-executividade, cabível por se tratar de matéria conhecível de ofício que não demanda dilação probatória.
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Uma sociedade empresária deixa de recolher tributos declarados e, posteriormente, encerra suas atividades no domicílio fiscal sem comunicar os órgãos competentes. A Fazenda pretende redirecionar a execução fiscal ao sócio-gerente. À luz das súmulas do STJ, é correto afirmar que:
- A o mero inadimplemento já autoriza o redirecionamento, por configurar infração à lei.
- B o redirecionamento é vedado em qualquer hipótese, por força da autonomia patrimonial.
- C o redirecionamento depende de prévia desconsideração da personalidade jurídica em ação autônoma.
- D o inadimplemento, por si só, não autoriza o redirecionamento, mas a dissolução irregular presumida pelo encerramento sem comunicação, sim.
- E o redirecionamento alcança automaticamente todos os sócios, gerentes ou não.
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Em execução fiscal, não são localizados bens penhoráveis do devedor. Segundo o art. 40 da Lei 6.830/1980 e a jurisprudência consolidada do STJ, o que ocorre?
- A O processo é suspenso por um ano; findo esse prazo, inicia-se automaticamente o prazo de prescrição intercorrente de cinco anos.
- B O processo é extinto imediatamente, com baixa da inscrição em dívida ativa.
- C O processo fica suspenso indefinidamente, pois não corre prescrição contra a Fazenda Pública.
- D A prescrição intercorrente só começa a correr após despacho judicial expresso que a declare.
- E O prazo prescricional é de dez anos, contados da citação do executado.
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Uma indústria pretende repetir valores de ICMS pagos indevidamente, tributo cujo encargo financeiro foi repassado no preço aos adquirentes. Segundo o art. 166 do CTN, a restituição:
- A é sempre devida a quem efetuou o recolhimento, pois é ele o sujeito passivo da relação tributária.
- B é vedada em qualquer hipótese nos tributos indiretos.
- C depende de o contribuinte provar que não repassou o encargo ou de estar expressamente autorizado por quem o suportou.
- D cabe diretamente ao consumidor final, que deve ajuizar a ação contra o Fisco.
- E independe de qualquer prova, bastando a demonstração do pagamento indevido.
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Sobre o uso do mandado de segurança em matéria de compensação tributária, à luz das súmulas do STJ, é correto afirmar que:
- A é via adequada para declarar o direito à compensação, mas não para convalidar compensação já realizada pelo contribuinte.
- B é via adequada tanto para declarar o direito quanto para convalidar a compensação já efetuada.
- C é incabível em qualquer hipótese envolvendo compensação tributária.
- D substitui a ação de repetição de indébito, com efeitos patrimoniais retroativos plenos.
- E só é cabível após o esgotamento das vias administrativas.
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Um contribuinte declarou tributo em DCTF, não o pagou no vencimento e, meses depois, antes de qualquer procedimento fiscalizatório, recolhe o principal acrescido de juros de mora. Pretende afastar a multa moratória invocando a denúncia espontânea. Segundo a jurisprudência do STJ, esse pedido:
- A procede, pois houve pagamento antes de qualquer procedimento fiscal.
- B não procede, porque o tributo foi previamente declarado e não pago, o que afasta a denúncia espontânea.
- C procede, desde que o contribuinte também retifique a declaração.
- D não procede, pois a denúncia espontânea nunca afasta multas, apenas juros.
- E procede apenas se o pagamento for parcelado.
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