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Quanto à base de cálculo das taxas, a Constituição estabelece que elas:
- A só podem ter base de cálculo sobre renda
- B não podem ter base de cálculo própria de impostos
- C devem sempre ser calculadas por valor fixo
- D devem reproduzir exatamente a base de um imposto
- E não podem considerar qualquer elemento econômico
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A contribuição de melhoria, segundo o CTN, possui como limites:
- A o valor venal do imóvel e a renda do proprietário
- B somente o aumento do valor venal, sem limite global
- C apenas o custo administrativo da cobrança
- D a arrecadação do IPTU do exercício anterior
- E o valor total da obra como limite global e, para cada contribuinte, o acréscimo de valor que a obra resultar para seu imóvel
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A União pode instituir impostos residuais, desde que:
- A por decreto e com a mesma base de qualquer imposto já previsto
- B por lei ordinária e cumulativos
- C por resolução do Senado
- D somente após autorização dos Estados
- E por lei complementar, sejam não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos impostos discriminados na Constituição
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Na iminência ou no caso de guerra externa, a União pode instituir:
- A ICMS federal permanente
- B apenas empréstimo voluntário
- C ISS extraordinário
- D somente taxas militares
- E impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua competência tributária ordinária
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É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços em razão de:
- A sua procedência ou destino
- B seu impacto ambiental
- C seu preço de venda
- D sua forma de pagamento
- E sua essencialidade
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Conflitos de competência, em matéria tributária, entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios devem ser regulados por:
- A portaria de cada Estado
- B contrato privado
- C decreto municipal
- D resolução de conselho profissional
- E lei complementar
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Para o CTN, a expressão “legislação tributária” compreende:
- A somente a Constituição e leis ordinárias
- B apenas atos da Receita Federal
- C leis, tratados e convenções internacionais, decretos e normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes
- D apenas leis complementares
- E somente leis e decisões judiciais
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Os tratados e convenções internacionais em matéria tributária, segundo o CTN:
- A somente têm valor quando repetidos em lei ordinária posterior
- B não produzem qualquer efeito interno
- C podem ser ignorados por decreto estadual
- D revogam ou modificam a legislação tributária interna e devem ser observados pela legislação posterior, nos termos do art. 98
- E valem apenas para tributos municipais
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Um decreto regulamentar em matéria tributária:
- A pode criar livremente novo tributo
- B pode majorar qualquer imposto sem autorização legal
- C deve limitar-se ao conteúdo e alcance das leis em função das quais foi expedido
- D pode instituir nova hipótese de incidência por analogia
- E substitui a Constituição
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Entre as normas complementares das leis, tratados, convenções e decretos, o CTN inclui:
- A atos normativos das autoridades administrativas, decisões administrativas com eficácia normativa, práticas reiteradas e convênios entre entes públicos
- B somente sentenças penais
- C contratos privados entre contribuintes
- D qualquer postagem em rede social
- E parecer particular de contador
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A observância, pelo contribuinte, das normas complementares referidas no art. 100 do CTN:
- A exclui a imposição de penalidades, a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo, nos termos legais
- B extingue automaticamente o tributo principal
- C impede qualquer fiscalização futura
- D autoriza restituição em dobro
- E gera imunidade definitiva
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Salvo disposição em contrário, os atos administrativos normativos em matéria tributária entram em vigor:
- A 30 dias após a publicação
- B no exercício seguinte
- C 90 dias após a publicação
- D na data da sua publicação
- E somente após homologação judicial
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A legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e também:
- A a todos os fatos definitivamente julgados
- B aos fatos geradores pendentes, entendidos como aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa
- C apenas a contratos celebrados após sua revogação
- D a qualquer ato ilícito penal
- E somente a fatos ocorridos há mais de cinco anos
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A lei tributária pode retroagir para aplicar penalidade menos severa a ato não definitivamente julgado quando:
- A a Administração quiser aumentar a arrecadação
- B o contribuinte pedir qualquer benefício sem base legal
- C a lei nova criar tributo mais alto
- D o crédito já tiver decisão judicial transitada em julgado
- E a lei nova lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da prática do ato
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Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará sucessivamente:
- A somente analogia
- B equidade, lei estrangeira e contrato
- C jurisprudência penal, doutrina e costume
- D analogia, princípios gerais de direito tributário, princípios gerais de direito público e equidade
- E costume privado, contrato, analogia e decreto
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